PÁGINA DE TRABALHO — não listada, para conferência da família
Rosendahl-Holtwick · Westfália
O ramo que ficou
Em 1898, Vincentius Joseph Rücker embarcou para o Brasil com os filhos homens. Contou-se por mais de um século que a família inteira tinha saído da Silésia. Não tinha: uma filha ficou. Esta página reúne o que se sabe hoje sobre essa linha — e, sobretudo, o que ainda falta.
De onde ela vem
Ascendência
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Georg Rücker
Mudou-se para Wölfelsgrund por volta de 1816. Casou duas vezes; da segunda, com Johanna Hannig, nasceu Vincentius.
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Vincentius Joseph Rücker
Viúvo de Beata Larisch, organizou e financiou a emigração de 1898, aos 70 anos. Está sepultado no Rio Grande do Sul.
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Maria Rücker Wolf
A filha que não atravessou. Descrita como a mais nova. Em 1898 já era casada e tinha o primeiro filho — e ficou.
Os irmãos dela que embarcaram foram três: Anton, de quem não se sabe mais nada depois de 1898; August Ambros, que ficou em São Pedro do Maratá e teve quinze filhos; e Ambros August, que em 1921 migrou para Maratá, em Porto União, Santa Catarina.
Maria não sumiu da história da família por ter ficado. Sumiu por ter casado: virou Wolf, e a busca de cá sempre se fez por Rücker.
E a travessia de 1898 deixa de ser o corte limpo que se contava. Gottfried Anton esteve na Alemanha em 1923. O tio José guardava os telefones dos parentes de lá numa gaveta e os passou ao sobrinho em 1966. Emil atravessou a Alemanha naquele mesmo ano para visitar Sigesfredo Engelbert Rücker em Celle. Bertholdo Henrique esteve em Rosendahl-Holtwick em 1966 ou 1967. Cada um desses episódios estava guardado em separado, como curiosidade solta. São uma linha só, e ela nunca se rompeu.
O que veio depois dela
Descendência
Duas fontes que não se falam dizem o mesmo: Maria e Berthold Wolf tiveram cinco filhos, com estes nomes.
- Emil Ewaldo mais velho · n. 16/02/1897, a confirmar · Bodenstedt · cônjuge Maria Treutler · filha Regina Reihers
- AlfredRosendahl-Holtwick · recebeu Bertholdo em 1966
- Alfonssem dados
- Fritzsem dados
- Mariechensem dados
Das gerações seguintes temos os nomes, anotados numa árvore desenhada à mão em outubro de 2026. A geração de cada um dá para atribuir com segurança, porque os parentes brasileiros desenhados nas mesmas faixas têm geração já conhecida. O que não dá para ler são os traços entre as colunas — de qual dos cinco irmãos cada pessoa descende continua em aberto.
Netos de Maria
Regina Reihers é filha de Emil. Dos demais, a ligação não está estabelecida.
Regina Reihers · Alfons · Waltraud · Norbert · Ewald · Elisabeth · Ulla · Erika
Bisnetos
Dirk-Gerald esteve em Porto Alegre e é pai de Dana. Brunhilde nasceu por volta de 1952.
Dirk-Gerald · Brunhilde · Christiane · Brigitte · Hannelore · Günther · Manuela · Manfred · Doris · Rita · Barbara · Achim
Tataranetos
Dana é filha de Dirk-Gerald.
Dana · Carina · Christina · Julia
O que ainda não sabemos
Questionamentos em aberto
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As datas de Maria
Nascimento, casamento, falecimento. E onde está sepultada — uma fotografia da lápide resolveria de uma vez.
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Onde o casal morava na Silésia
Era Wölfelsgrund, como o pai e os irmãos, ou outra aldeia?
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As ligações entre as colunas
Quem desce de Emil, quem de Alfred, quem de Alfons, de Fritz, de Mariechen. É o que transforma a lista de nomes em árvore.
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Datas e cônjuges dos cinco irmãos
De Emil sabemos a esposa, Maria Treutler, e a filha Regina. Dos outros quatro, nada.
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16 de fevereiro de 1897
A data aparece numa frase que pode se referir a Emil ou ao pai, Berthold Wolf. Se for de Emil, ele já tinha quinze meses em 1898 — e então Maria não estava grávida no embarque, era mãe. Muda o motivo declarado de ela ter ficado, não o fato.
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1966 ou 1967
O verso das fotografias da visita de Bertholdo diz 1966. O relato de família no Brasil situa a viagem em julho e agosto de 1967.
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Beata Larisch
A mãe de Maria, esposa de Vincentius, morreu na Europa. O acervo não tem data, nem lugar, nem sepultura. É possível que o nome ainda circule do lado de lá.
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1945
A família é hoje do Münsterland e da Baixa Saxônia, longe da Silésia. Saber o que foi possível levar na saída — papéis, fotografias, um Ahnenpass — define o que ainda existe para encontrar.
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Outras filhas
Maria é descrita como “a mais nova filha”. A formulação sugere que houve outras, e a prole de Vincentius segue incompleta.
Esta página existe por causa de Augusto Jaeger, que foi até lá, sentou à mesa, perguntou e mandou tudo para casa. O que está aqui é dele.
Publicamos mesmo com pontas soltas, e deixamos as dúvidas à vista em vez de escondê-las — é assim que alguém pode dizer que está errado e a gente corrige. Se você sabe uma data, reconhece um nome ou lembra de outra versão, escreva para o acervo: fale com a gente.